Sinopse: Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.
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segunda-feira, 4 de julho de 2016
Resenha: Orgulho e Preconceito - Jane Austen
sábado, 28 de maio de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Eu li e... #05
Olá leitores, tudo bem?
Hoje trago mais um livro para a coluna "Eu li e..." e farei um pouco
diferente, darei razões para vocês lerem o livro que escolhi. Vou falar de um
livro que gostei muito e fiquei muito feliz por ter relido e dado uma nova oportunidade
para ele.
domingo, 27 de setembro de 2015
Filme: Orgulho e Preconceito
Olá pessoal! Estou torcendo para que vocês gostem da indicação de hoje, pois se trata do meu filme preferido. É uma produção de 2005 e chama-se “Orgulho e Preconceito”. O papel de Mr. Darcy é de Matthew MacFadyen e é Keira Knightley quem interpreta a heroína Elizabeth Bennet. Essa versão de 2005 é a que eu mais gosto, simplesmente não me canso de assistir.
domingo, 10 de agosto de 2014
Livro/Filme - Orgulho e Preconceito
Sinopse: Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.
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