quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Sobre sensações ruins

Decidi voltar a escrever. Pois é. Talvez não dure muito, já adianto. Eu sou uma pessoa ocupada. Nossa! Até parece que eu sou aquelas pessoas super importantes e cheias de compromissos. Que nada! Eu passo a maior parte do dia em casa. Saio para trabalhar de manhã, volto ao meio dia e fico sozinha (sem companhia humana) por muitas horas. Eu estou me habituando a ficar sozinha, mas cada vez mais sinto uma carência crescendo em mim. Hum? Você achou incoerente? Tudo bem. A vida não é um poço de sentido, não é mesmo?

Pois bem... Hoje eu chorei um pouquinho. É... Só um pouquinho. Estou sentindo vergonha nesse momento. Ah! Você sabe... Vergonha de uma porção de coisas SIMPLES: tentar segurar o choro em público, errar um nome, não conseguir dizer uma única palavra (porque se eu falar um "ai", as lágrimas vão cair). Mas eu também ando sentindo vergonha porque parece que eu não sei. Sim, eu não sei. Eu até sei que eu sei, mas parece que eu não sei. Socorro! Isso aqui tá virando um poço de INCOERÊNCIA. Nem parece que eu vou explicar o que é coerência textual amanhã. A vida tem disso. Voltando: ando sentindo vergonha de não conseguir expressar tudo aquilo que eu sei, porque às vezes alguns olhares me bloqueiam. Sabe, eu estou lá na sala de aula falando sobre uma coisa que eu estudei pra caramba, mas um olharzinho torto me faz esquecer até o meu nome. Que droga! Queria ser menos ansiosa. Bom, talvez as coisas não sejam tão SIMPLES assim.

Olha, eu tô quase finalizando esse texto, sério. Espero que você tenha entendido alguma coisa. Eu tô triste... E quando a gente está triste, a gente fica um pouco maluco, não fala coisa com coisa. Eu tô generalizando? Tá bom... Talvez esteja. Mas eu tenho direito! EU TÔ TRISTE. Ok. Voltando: eu só queria uma demonstração de valorização. Da vida. E quando eu digo "da vida", é claro que eu tô falando das pessoas. Mas aí eu acho que eu tô sendo ingrata, exagerada, esquisita. MAS EU PRECISO DISSO. Eu tô o tempo todo demonstrando o meu afeto. Eu queria que as pessoas também demonstrassem. Não precisa de nada exagerado (não posso exigir nada de ninguém, cada pessoa é um universo), mas sabe... às vezes uma palavrinha de nada, um sorrisinho de nada, um abracinho de nada vira... vira TUDO.

Tá aí. Escrevi. Finalizei. Nem parece que eu sou professora de português, esse texto tá maluco e a linguagem não é das melhores. Mas eu sou um ser humano. Eu tenho o direito de errar. Tô indo, até breve (ou não).


sábado, 18 de janeiro de 2020

Acompanhe as novidades no instagram

Meus queridos, depois de muito tempo me dedicando ao blog, decidi fazer uma pausa por aqui e continuar meu trabalho no instagram @ohistoriar. Lá, vocês terão acesso a todos os novos conteúdos. Obrigada pelo carinho de sempre!


sexta-feira, 19 de julho de 2019

Rap da corrupção

Mais um texto dos meus alunos do 3º ano do ensino médio de 2019. Dessa vez, o foco da letra é a corrupção. Vamos lá!


quinta-feira, 13 de junho de 2019

Um poema sobre o feminicídio

Oi, gente! Quem está escrevendo este post é uma professora muito orgulhosa. Nos próximos dias trarei uma sequência de textos incríveis produzidos pelos meus alunos do 3º ano do ensino médio de 2019. Eles ficaram encarregados de produzir uma canção ou um poema sobre problemas sociais. Preciso dizer que eles arrasaram MUITO e eu não pensei duas vezes: precisava compartilhar os textos deles com vocês.

Para começar, eu trago um poema maravilhoso que as minhas alunas Ana Luíza M. Ferreira, Manuella Simão e Milena Vitória fizeram sobre o feminicídio

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Como é ser professora de Literatura?

Hoje é dia de contar um pouquinho sobre a minha profissão (professora de Literatura): como eu trabalho Literatura, o porquê de ter feito Letras, alguns desabafos e muitas reflexões.