Sinopse: A obra traz como pano de fundo a sociedade americana da década de 1920, época que ficou conhecida como a era do jazz. Ao se mudar para a casa ao lado, Nick Carraway adentra o mundo de extravagância e luxo de Jay Gatsby, um misterioso milionário que, na verdade, busca a atenção de um antigo amor, Daisy Buchanan, de quem se separou na Primeira Guerra Mundial. Um retrato pungente da decadência de uma sociedade materialista e deslumbrada com o poderio do pós-guerra e dos trágicos danos causados por uma obsessão lancinante com o passado. A edição traz ainda o prefácio à edição americana de 1934, escrita pelo próprio Fitzgerald; um posfácio do escritor americano Alex Gilvarry; uma seleção das cartas que Fitzgerald escreveu a Maxwell Perkins, seu editor à época da publicação de 'O grande Gatsby'; e a cronologia da vida e obra do autor.
Olá leitores! Hoje temos a resenha de O Grande Gatsby, escrito por F. Scott Fitzgerald. Esse foi mais um livro lido em conjunto com a Bruna para o Projeto Lendo com uma Amiga.
Opinião da Tha:
O Grande Gatsby é narrado por Nick, o homem que foi fiel a seu amigo Gatsby até o fim. Nick conhece Gatsby depois de se tornar vizinho dele. Ele passa algumas noites observando o intenso movimento de carros que chegam e saem a todo momento das festas dadas na grande mansão. Um dia ele é convidado a participar de uma festa, então finalmente conhece o grande Gatsby: Um homem cercado de luxos, mas com um coração bastante simples.
Gatsby sempre foi apaixonado por Daisy, que no momento estava casada com outro homem. Nick se encarrega de contar a história de amor (e dor) dos dois. Porém, isso não foi o ponto mais importante de toda a história, em minha humilde opinião. Apesar de tudo girar em torno desse fato, há outra coisa que me fez refletir bastante. E é sobre isso que quero comentar.
“– Essa gente toda não presta – gritei através do gramado. – Você vale mais do que todos eles juntos.”
O Grande Gatsby me fez refletir sobre algo que eu já sabia: no quanto os bens materiais são descartáveis e no valor altíssimo que uma amizade possui. Havia uma grande diferença entre as condições de Nick e Gatsby, mas isso não os impediu de construir um belo relacionamento. O que acompanhamos, então, no decorrer do livro, são as situações pelas quais Gatsby passa (situações bastante inusitadas) acompanhado de seu amigo Nick.
Gatsby é admirável! Eu senti uma grande empatia por ele assim que entendi o seu posicionamento na história. Ele é engraçado, meu velho! E tem pensamentos bondosos, prestativos e inocentes. Quem já leu o livro, vai entender o porquê de eu dizer o que direi agora: Sofri imensamente. Meu coração se quebrou ao meio. Gatsby está entrando na minha lista de personagens favoritos.
Por fim, quanto a história, de modo geral, muito me surpreendeu. O início me deixou confusa, mas logo tudo foi se acertando. A trajetória de Gatsby é muito interessante e nos faz sentir sentimentos aleatórios. E o final... Bom, o final me fez respirar fundo e pensar sobre o que eu estou fazendo da minha vida.
Opinião da Bru:
Em resumo, O Grande Gatsby é narrado por Nick
Carraway, um americano de classe média do interior que muda para o litoral
leste, próximo a Nova Iorque. Sua modesta casa destoa das mansões luxuosas da
região. Como num passe de mágica, Nick consegue, através de sua prima, Daisy, e seu amigo e vizinho, Gatsby, passaporte livre para esse
mundo de luxo. Por vezes, nosso narrador sente-se um peixe fora d’água nas
festas que frequenta.
Com o passar das
páginas vamos conhecendo um pouco mais Gatsby
e a origem de sua riqueza. O maior motivo para a conquista de sua riqueza é
estar à altura de Daisy, seu grande amor. Apesar de Daisy estar casada com
outro homem, Gatsby pede para que Nick seja uma ‘ponte’ entre os dois e isso
gera uma reaproximação e muitas outras coisas acontecem.
De início, devo dizer
que O Grande Gatsby é um livro muito difícil de ser lido. Talvez seja pelo
vocabulário utilizado pelo autor ou por não sabermos direito quem são os
personagens e com quem eles são casados ou o que fazem ou, ainda, por não
conseguirmos nos apaixonar de primeira, mas, com o passar das páginas, a
leitura torna-se viciante e foi muito difícil deixar de ler, pois eu senti
necessidade de saber o final.
Esse livro foi
bastante reflexivo pra mim. Ele me fez pensar o quanto bem materiais podem ser
dispensáveis, mas, mesmo assim, como existem pessoas que dependem dele. Outro
ponto que me fez refletir é como as pessoas se deixam influenciar e, ainda
mais, tornam-se fãs ou seguidores de pessoas que deveriam aprender a agir
diferente.
O livro teve dois pontos
altos em minha opinião, o primeiro foi quando Gatsby reencontrou Daisy e o
segundo foi o último capítulo que me deixou sem fôlego durante todo ele.
Recomendo a leitura, apesar de ter esperado um pouco mais.
“O futuro já nos iludiu tantas vezes, mas não importa... Amanhã correremos mais depressa e esticaremos nossos braços um pouco mais além até que, em uma bela manhã...”
É isso, pessoal! Espero que tenham gostado, me contem se já leram esse livro e o que acharam. Ah, em breve volto com o próximo livro para o PLCUA. Beijos!


Adorei a resenha,com certeza iei ler o livro.
ResponderExcluirBjs!!!
Que bom vê-lo por aqui novamente. Obrigada!
ExcluirUm dos poucos livros que compõem a minha lista de predileções. Mas devo admitir que aqui, diferentemente do Suave É a Noite, Fitzgeald captou o espírito da época: pós primeira grande guerra; back da bolsa; ascensão econômica; jazz e o racionalismo material que a pouco havia destruído todo o velho continente. É preciso refazer as convenções sociais: ricos junto com pobres? Nos E.U.A? Só mesmo Fitzgerald e suas tramas apaixonadas.
ResponderExcluirParabéns pelas resenhas, pois além de resenharem um clássico da literatura o fizeram de maneira realmente magistral.
Obrigada por compartilhar conosco a sua opinião, Filipe.
ExcluirTenho uma curiosidade diferente por esse livro. Não sei nem explicar. hahahaha
ResponderExcluirBeijos,
Postando Trechos
Eu sou doida pra ler esse livro, só vejo comentários positivos sobre ele. Espero lê-los em breve.
ResponderExcluirAdorei saber a opinião de vocês.
Beijos
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