sábado, 18 de janeiro de 2020

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Meus queridos, depois de muito tempo me dedicando ao blog, decidi fazer uma pausa por aqui e continuar meu trabalho no instagram @ohistoriar. Lá, vocês terão acesso a todos os novos conteúdos. Obrigada pelo carinho de sempre!


sexta-feira, 19 de julho de 2019

Rap da corrupção

Mais um texto dos meus alunos do 3º ano do ensino médio de 2019. Dessa vez, o foco da letra é a corrupção. Vamos lá!


quinta-feira, 13 de junho de 2019

Um poema sobre o feminicídio

Oi, gente! Quem está escrevendo este post é uma professora muito orgulhosa. Nos próximos dias trarei uma sequência de textos incríveis produzidos pelos meus alunos do 3º ano do ensino médio de 2019. Eles ficaram encarregados de produzir uma canção ou um poema sobre problemas sociais. Preciso dizer que eles arrasaram MUITO e eu não pensei duas vezes: precisava compartilhar os textos deles com vocês.

Para começar, eu trago um poema maravilhoso que as minhas alunas Ana Luíza M. Ferreira, Manuella Simão e Milena Vitória fizeram sobre o feminicídio

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Como é ser professora de Literatura?

Hoje é dia de contar um pouquinho sobre a minha profissão (professora de Literatura): como eu trabalho Literatura, o porquê de ter feito Letras, alguns desabafos e muitas reflexões. 


Resenha: A casa das orquídeas - Lucinda Riley

Olá galerinha, tudo bem? A obra de hoje é “A casa das orquídeas”, da Lucinda Riley, livro cedido ao Historiar em parceria com a Editora Arqueiro

O livro nos apresenta Julia Forrester, uma pianista famosa que por causa da morte de seu marido e filho precisa retornar à Inglaterra. Ali reencontra Kit Crawford, um rapaz que conheceu nos verões em que visitava seus avós na propriedade de Wharton Park. Os dois se aproximam, tornam-se amigos e Kit ajuda Julia a sair do luto e se abrir novamente para a vida junto com ele.

“Quero que saiba que eu respeito o quanto você os amou. Eles não vão me ameaçar, Julia. Eu aceito de verdade que, se Xavier ainda estivesse vivo, você estaria com ele. Não quero sentir vergonha nem culpa por causa disso. Não posso recriminá-la por já ter amado outras pessoas. Lembre-se, eu também amei.”